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Monteiro Lobato (1882 - 1948)

"A literatura regionalista de Lobato abandona as veredas do lirismo e do pitoresco, para fazer-se crítica, denúncia, realismo desapiedado." ( Celso Pedro Luft)

José Bento Monteiro Lobato, romancista, contista e jornalista Brasileiro, estudou e formou-se na Faculdade de Direito de São Paulo. Exerce a promotoria pública em Areias. Mais tarde, compra a Revista do Brasil e funda a Editora Monteiro Lobato. No Rio de Janeiro começa a escrever peças de literatura infantil. Como adido comercial, parte para os Estados Unidos (de 1927 a 1931), onde a prosperidade do petróleo e do ferro muito o entusiasma.

De volta ao Brasil, em 1932, inicia apaixonada campanha a favor da exploração do ferro e do petróleo, como o único caminho capaz de levar o Brasil a uma era de bem-estar. Esteve preso por algum tempo, sob suspeita de estar ligado a elementos de extrema esquerda. É eleito membro da Academia Brasileira de Letras, mas recusa a honraria. Em 1945, parte para a Argentina, a fim de dirigir os trabalhos de tradução de suas obras em uma editora daquele País.

Desse autor destacam-se as seguintes obras:

  • Urupês
  • Idéias de Jeca Tatu
  • Cidades Mortas
  • Negrinha (conto)
  • Mundo da Lua
  • Macaco que se fez Homem
  • Ferro
  • O Escândalo do Petróleo
  • A Barca de Gleyre (crítica)
  • O Sítio do Pica-Pau Amarelo
  • Reinações de Narizinho (literatura infantil)

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